outubro 10, 2012

 Encontrei o ministro Joaquim Barbosa numa ocasião em Brasília, quando eu ainda morava por lá. O encontro foi, no mínimo, inusitado e até engraçado. Estava num consultório de um famoso médico ortomolecular e quando saí da sala, ainda meio zonza, dei de cara com o ministro na recepção. Atônita e supresa com aquela presença ilustre, falei a primeira coisa que me veio a cabeça: "Ministro, o senhor é muito mais bonito pessoalmente". Ele, muito tímido, mas extremamente simpático, agradeceu o elogio que pela reação, julguei tê-lo surpreendido. O ministro, que é baixinho, é mesmo um homem bonito. Sua cor negra  chega a ser azul e seus olhos são  brilhantes. E hipnotizam a gente. Depois descobri que ele estava lá por conta das suas constantes dores na coluna.

Quando contei esta história a um amigo, por sinal conterrâneo do ministro (mineiro, claro!), ele achou muita graça e disse:"Você tá doida, Theresa, onde se viu falar que o Joaquim é bonito?

Mas eu achei. E ainda acho. Sua beleza interna e seu carisma são tamanhos que nos fascina, e se traduzem como beleza externa. Na ocasião ele estava solteiro (não sei se ainda está) mas se ele tivesse me dado bola, eu não pensaria duas vezes. Mas agora famoso, é que não tenho mais chances. Uma pena. Bonito, inteligente e ético, não é todo dia que a gente encontra por aí. Aliás, o mesmo amigo me contou que Joaquim foi indicado por um dos melhores amigos do Zé Dirceu e do Lula. E isto demonstra claramente o quanto o ministro é isento em seu julgamento. Bem ao contrário de alguns dos seus pares. Dá-lhes Joaquim. Você é o cara!."

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